13 de maio de 2010

A menina que roubava flores

Eu li o que ela escreveu - e mais uma vez Incubus entra nessa história. Ela sangrando por fora e chupando para dentro os pequenos furos entre os dedos com pequenas gotas de sangue vinho. Seu olhar certamente era um olhar como o de quem encontra um tesouro escondido na sua própria gaveta - cheia de luz!
Ela, tão rosa mas tão rosa que só não devia doer a vista pois era uma apaixonada se apaixonando mais ainda por aquele veludo pedindo "Me amacie para cá, agora para lá" e ela já era assim; apaixonada até o sangue.
Tudo bem, lhe compreendo. "Porque tão profundo?" Vou esclarecer agora: Ela foi no mais longe de tudo, foi procurando as batidas que aceleravam a cada dilaceramento, onde sua carne gritava: Oh! Pare, Pare! Oh! - e com os olhos brilhando, ajoelhada entre tantas flores e plantas que a enrolavam tentando a seduzir gritando "sou eu quem você deseja, sou eu", imóvel, fitava e acariciava o veludo e os espinhos a doendo por fora porque dentro era só amor. E falava, alto, tentando fazer com que o coração da flor ouvisse:
- É tão bom, é tão bom te roubar pra mim, rosa!

4 comentários:

Juliana Mendes disse...

ui seduçããããoooooo...
as vezes vc ein!?!?
=D

' Leeh B. disse...

Olá
muito bom, adorei seu blog
obrigado por ter visitado o meu
fiqei muito feliz
e jah estou sendo uma seguidora *-*


beeijos.

Por Dany disse...

Lindooo,apaixonante,não tem como não seguir esse blog...passa lá no meu e me segue lá será um prazer!!!bjusss

Anônimo disse...

OMG, ela escreve super bem *-*